OKAY! Este capitulo ficou bem pequeno mas prometo que o próximo seja maior. E é maior. Acho que vou ter que o dividir como fiz com o 4... Bem, aqui fica. Espero que gostem!
Sam tinha ido embora à já uma semana.
Sentia-me sozinha, apesar de falar-mos todos os dias por telefone.
Quando tinha saudades, tocava na guitarra elétrica que ele me tinha dado nos anos. A tal prenda mistério.
Ele conseguiu que o Axl Rose dos Guns n' Roses, o Billie Joe Armstrong dos Green Day e o Jon Bon Jovi dos Bon Jovi autografassem a guitarra.
As minhas 3 preciosidades: Sam e as minhas guitarras autografadas.
Como estava de férias, apenas saía de casa para ir aos ensaios da banda e a alguns bares de rock com os meus amigos rockeiros.
Um dia, recebi uma sms de Sam dizer:
- "Caty, I miss you so, so much. Since the day I met you, you changed my life, the whole world disappears and the only thing I see is your smile, your eyes, well, your entire body. In every kiss, in every hug, in every cuddle, in every word we say to each other, my heart gets more in love with you. When we are mad, I start to be in panic. In every moment I'm with you, they're like injections of happiness. 13/1/2012 was and will be the happiest day in my life. And all I want in my life is to be with you and make you the happiest women in the world. With you, I've already done a lot of things that no one has seen me do. I've cried, I've laughed with you. I love you more than anything. Even more than my own life. You're my life. You're everything to me. I will be with you forever, and ever. I love you. One more week and I'll be there with you. I love you and I miss you, my Kity Katy. With love, Sam."
E agora a pergunta é: "Como não se ama um rapaz como ele?"
Esta SMS é a mais perfeita de todas as que recebi na minha curta vida.
Eu não iria conseguir dizer tudo aquilo que queria numa SMS, por isso decidi telefonar-lhe.
- Hello? - Sam atendeu com uma voz de choro.
- Sam, is everything alright? - perguntei preocupada.
- Oh Caty, it's you. Now it's not a good time to talk. I'm at the hospital, right now.
- Wait! How is your grandmother?
- She died this morning. - disse e voltou a chorar.
- Oh God! I'm so sorry to hear that! And how are you? When is the funeral?
- In two days. I'll only be okay when I'll be at your arms again. I miss you so much. And I need you to be here with me...
- Oh Sam, please don't be like this! It breaks my heart. I'll try to go to Copenhagen, okay?
- Okay. I love you and I don't wanna lose you.
- You'll never lose me, my love. Okay?
- Okay. - disse, muito baixo, com voz de choro, desligando a chamada.
Fiquei bastante preocupada e triste.
Eu não conhecia a senhora, mas eu sabia que tinha um papel bastante importante na vida de Sam.
Decidi ir ao funeral, por isso fui falar com a minha mãe.
- Mãe, estive agora a falar com Sam. A avó dele morreu e ele está mesmo muito mal.
- Eu sei. O William já me contou. E perguntou se tu não poderias ir lá para apoiá-lo um pouco neste momento complicado.
- Era mesmo isso que te vinha perguntar. Sabes, eu amo-te muito!
- Também te amo muito, querida. Agora vai fazer a mala e dorme. Amanhã bem cedo vou levar-te ao aeroporto.
- Ok.
Dirigi-me ao quarto e fiz a mala.
Quando acabei, vesti o meu pijama do Batman e deitei-me.
Adormeci ao reler a SMS que Sam me tinha enviado.
domingo, 15 de abril de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Capitulo 5: A Notícia
Sam e eu levantá-mo-nos, tomámos banho e vesti-mo-nos em cerca de 1 hora.
Chegámos à escola mais cedo que o habitual, por isso comprámos café e fomos para o nosso sítio.
"Saquei" dos meus óculos de sol (uns Ray Ban Aviator verdes com os aros dourados com 20 anos) vintage e, antes de me sentar, Sam abraça-me e beija-me. No fim, sorriu.
- Last night was the best night of my life. - comentou, beijando-me na bochecha.
- Mine too. - disse sorrindo.
Sem dúvida que foi, mas o que mais me tocou na noite anterior foi quando conversámos a ver as estrelas.
- So, your birthday is coming. What do you want?
Era verdade! Fazia 16 anos dentro de uma semana.
- The only thing that I wanted is already mine. - disse rindo.
- And what is that? - perguntou intrigado.
- You, silly! - respondi, dando-lhe um beijo no nariz.
- Oh, I see!
- But anything that comes from you is perfect. You know me very well.
Sam não respondeu. Apenas sorriu. Parecia estar a magicar alguma coisa.
- I think I already know what I'm gonna give you! - anunciou.
- What?
- You'll know when it's your b-day.
- Oh, c'mon! Please!
- No! I won't say!
- Oh yeah, Mr. Anderson? It's going to be in that way, huh? I'll stop talking to you! - ameaçei, a brincar.
- Please, don't do that. But, I won't tell a thing. - disse sorrindo.
- Hmmm. - amuei, ainda a brincar. - Fine!
- Silly, you'll know next week.
- Fine!
Dito isto, a campainha tocou.
*Hora de Almoço*
- Wanna go out and have lunch? - perguntou Sam.
- Sure, why not? - concordei.
Fomos a um restaurante, tipo self-service, com vários tipos de pratos.
Eu escolhi lasanha com esparregado (parece ser nojento, mas é uma mistura muito boa!!), enquanto que Sam escolheu um bife com arroz e salada.
- I called my father. I have to go to Denmark visit my grandmother. Seems like she's ill and needs to go to the hospital. - disse Sam, tristemente.
- Oh God. That's awful! When are you going?
- In two weeks, since it's vacations.
- I see. And how many weeks are you staying there?
- Two weeks. I asked him if you could go, but he said it's better not to.
- I understand. I'm going to miss you alot!
- Yeah, me too. - comentou, acariciando-me a mão suavemente. - I'll call you everyday.
- Alright. At least, you're going to be here in my birthday. By the way, can you please tell me now what is my present?
- No. You'll see next wednesday. - disse sorrindo.
- Bah! You're a bad guy!
- I might be a bad guy, but you like me.
- I don't like you. I love you. - disse rapidamente. Reparei tinha ficado bastante sério.
- Oh, you caught me! But look who's here.
Virei-me para trás e vi Duarte com Mariana.
Fiquei sem pinga de sangue.
- Can we leave, pelase? Right now?
- Sure.
Pagámos e saímos do restaurante.
Chegámos a uns prédios amarelos e Sam abraçou-me.
- I'm sorry. We left the restaurant like that. But I just can't face him. I'm very afraid.
- That's okay. Don't worry. I understand. I'm here for you now.
- I know, but...
- No more "but's".
- Hmm.
- Oh, don't come with "hmm" to me. If in the two weeks I'm out, Duarte tries to do something to you, call me and I catch the first airplane to Portugal, ok?
- Ok. I love you, you know? You're the best thing that happen to me.
- I love you more than anything. - disse, e de seguida beijou-me. - Now, let's go back. I think it's time for us to go back to school.
Anui com a cabeça e voltámos para a escola.
Assistimos às duas últimas aulas do dia e, como era sexta feira, fomos ao cinema.
Mas como é claro, não prestámos atenção nenhuma ao filme.
Quando o filme acabou, fomos para casa.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Capitulo 4 Parte 3: À Noite
Eu prometi que este tinha cenas mais pormenorizadas. :P
Não se assustem !
Tenho mesmo que deixar de ler fanfictions para maiores de 18!! Ando demasiado perversa para o meu gosto!
Como ia dormir no quarto de Sam, arranjei uma pequena mala com um pijama, roupa do dia seguinte, roupa interior e utensílios de higiene.
Bati à porta.
Sam estava apenas de boxers, pois o quarto estava muito quente.
A luz fraca das velas realçava o seu cabelo louro acastanhado e os seus olhos azuis.
Olhava para ele e sorria.
Tenho o namorado mais perfeito e mais lindo do mundo!
- Hey beauty! - cumprimentou-me com um beijo suave.
- Hi! Can I use your bathroom? - perguntei com um sorriso.
- Of course. You know the way, right?
- Yap!
Troquei de roupa pelo pijama, apanhei o cabelo num rabo de cavalo e saí.
Sam estava deitado na cama com o seu notebook ao colo.
Deitei-me ao lado dele e encostei-me ao ombro dele.
- So, what are we gonna do tonight? - perguntei.
- I don't know. What do you wanna do? - perguntou pousando o notebook.
- Let me see. We can watch a movie, talk, go outside and see the stars...
- I have a better idea.
Do nada, Sam coloca-se em cima de mim e beija-me.
Um beijo intenso e ardente.
Sinto a mão dele a descer da minha cara até ao meu peito.
Os beijos passaram dos lábios até ao pescoço.
Afastá-mo-nos e Sam tirou-me a camisa de noite e a roupa interior.
De seguida, tirei-lhe os boxers, deixando-o nu, tal como eu.
Voltámos a beijar-mo-nos intensamente.
Os beijos foram descendo até ao meu peito onde Sam apalpou, mordeu e brincou.
Eu gemia baixinho.
Antes de prosseguir, levantou-se e dirigiu-se ao armário buscar algo.
Reparei que era uma caixa de preservativos.
Tirou um e colocou na sua intimidade (meu deus! ando a ler demasiado!! xD).
Voltou para a cama onde eu estava deitada, sorriu e abriu-me lentamente as pernas, deixando o meu órgão genital exposto.
Quando a sua boca se aproximou ao meu ponto mais sensível, soltei um gemido alto.
Sam parou, sorriu e logo de seguida penetrou-me com a sua língua, fazendo-me gemer outra vez.
Quando estava quase a entrar em loucura de tanto êxtase, ele "rebolou" e fez com que eu ficasse do lado de cima.
- You look so cute right now! - disse penetrando-me.
- You're kidding me, right? - perguntei ofegante.
- No. You're the most beautiful girl I've ever seen!
- Liar! - disse continuando ofegante.
- If you don't believe me... - disse, parando.
- Wow! Wait! I love you, but you need to agreed with me. There are a lot of pretty girls in the world. Way better than me!
- Bah! Come here! - disse abrindo os braços. - Even if you don't think so, you're the most perfect girl.
Os movimentos que eram lentos durante a nossa conversa, tornaram-se rápidos. Fazendo-me, assim, gritar bem alto.
Nem 5 minutos passaram e atingimos o clímax juntos.
Ambos suados e nus, ficamos deitados um ao lado do outro por bastante tempo.
- Hey! Wanna go out? If we're gonna stay here like this, I'll fall asleep! - perguntou Sam, sorrindo.
- Sure! I was going to ask the same thing.
Saí-mos do quarto de mãos dadas.
Quando chegámos ao jardim, soltei um riso matreiro e desatei a correr, escondendo-me de seguida nuns arbustos.
- Caty? Where are you, baby? - perguntou Sam com um sorriso.
Tentando não fazer barulho, fugi do sítio onde estava.
Mas Sam percebeu e veio atrás de mim.
Eu era rápida, mas ele ainda era mais rápido que eu.
E só mesmo para ajudar a coisa, eu era muito trapalhona.
Por isso tropecei numa pedrinha qualquer e cai no meio do chão.
- I found you! Are you alright? - perguntou Sam deitando-se a meu lado, no chão, a rir.
- Fine. Wow!
- What?
- I just love this sky. Everytime I look at the sky, I get more and more amazed by it.
- Same here. Wanna know something?
- Yap.
- I love you. You're the best thing that ever happen to me. There was sometimes that I wanted to end my life, but I couldn't do that.And than, I met you. You were loke some kind of goddess that shown me the meening of life. - depois de suspirar, continuou. - All this, just to say that I don´t want to be appart from you. Ever.
Sam olhava-me com um olhar de paixão.
- When Duarte almost raped me, - tremi só de lembrar o que se tinha passado. - I went in a deep depression. I didn't eat, I didn't sleep 'cause I was so afraid that he would show at my door and do that stuff again. - dito isto, Sam dá-me um abraço forte. - But when you came to Portugal the first time it was like my "love at first sight".
Sam beijou-me e ficámos a observar as estrelas.
Era uma noite de inverno fria, mas o céu estava limpo.
Olhei para o relógio e notei que já eram 4:45 da manhã.
Tinha-mos que dormir!
Entre acordar e tomar banho, tinha-mos mesmo que acordar cedo.
- I think we shoul go to bed. Tomorrow we have to wake up early. - expliquei.
- Yes, we need to go.
Levantá-mo-nos e fomos para o quarto.
Quando lá entrámos, vestimos os pijamas e deitá-mo-nos na cama.
- Goodnight. - disse beijando-me na testa.
- Goodnight, baby.
Logo de seguida adormeci.
Não se assustem !
Tenho mesmo que deixar de ler fanfictions para maiores de 18!! Ando demasiado perversa para o meu gosto!
Como ia dormir no quarto de Sam, arranjei uma pequena mala com um pijama, roupa do dia seguinte, roupa interior e utensílios de higiene.
Bati à porta.
Sam estava apenas de boxers, pois o quarto estava muito quente.
A luz fraca das velas realçava o seu cabelo louro acastanhado e os seus olhos azuis.
Olhava para ele e sorria.
Tenho o namorado mais perfeito e mais lindo do mundo!
- Hey beauty! - cumprimentou-me com um beijo suave.
- Hi! Can I use your bathroom? - perguntei com um sorriso.
- Of course. You know the way, right?
- Yap!
Troquei de roupa pelo pijama, apanhei o cabelo num rabo de cavalo e saí.
Sam estava deitado na cama com o seu notebook ao colo.
Deitei-me ao lado dele e encostei-me ao ombro dele.
- So, what are we gonna do tonight? - perguntei.
- I don't know. What do you wanna do? - perguntou pousando o notebook.
- Let me see. We can watch a movie, talk, go outside and see the stars...
- I have a better idea.
Do nada, Sam coloca-se em cima de mim e beija-me.
Um beijo intenso e ardente.
Sinto a mão dele a descer da minha cara até ao meu peito.
Os beijos passaram dos lábios até ao pescoço.
Afastá-mo-nos e Sam tirou-me a camisa de noite e a roupa interior.
De seguida, tirei-lhe os boxers, deixando-o nu, tal como eu.
Voltámos a beijar-mo-nos intensamente.
Os beijos foram descendo até ao meu peito onde Sam apalpou, mordeu e brincou.
Eu gemia baixinho.
Antes de prosseguir, levantou-se e dirigiu-se ao armário buscar algo.
Reparei que era uma caixa de preservativos.
Tirou um e colocou na sua intimidade (meu deus! ando a ler demasiado!! xD).
Voltou para a cama onde eu estava deitada, sorriu e abriu-me lentamente as pernas, deixando o meu órgão genital exposto.
Quando a sua boca se aproximou ao meu ponto mais sensível, soltei um gemido alto.
Sam parou, sorriu e logo de seguida penetrou-me com a sua língua, fazendo-me gemer outra vez.
Quando estava quase a entrar em loucura de tanto êxtase, ele "rebolou" e fez com que eu ficasse do lado de cima.
- You look so cute right now! - disse penetrando-me.
- You're kidding me, right? - perguntei ofegante.
- No. You're the most beautiful girl I've ever seen!
- Liar! - disse continuando ofegante.
- If you don't believe me... - disse, parando.
- Wow! Wait! I love you, but you need to agreed with me. There are a lot of pretty girls in the world. Way better than me!
- Bah! Come here! - disse abrindo os braços. - Even if you don't think so, you're the most perfect girl.
Os movimentos que eram lentos durante a nossa conversa, tornaram-se rápidos. Fazendo-me, assim, gritar bem alto.
Nem 5 minutos passaram e atingimos o clímax juntos.
Ambos suados e nus, ficamos deitados um ao lado do outro por bastante tempo.
- Hey! Wanna go out? If we're gonna stay here like this, I'll fall asleep! - perguntou Sam, sorrindo.
- Sure! I was going to ask the same thing.
Saí-mos do quarto de mãos dadas.
Quando chegámos ao jardim, soltei um riso matreiro e desatei a correr, escondendo-me de seguida nuns arbustos.
- Caty? Where are you, baby? - perguntou Sam com um sorriso.
Tentando não fazer barulho, fugi do sítio onde estava.
Mas Sam percebeu e veio atrás de mim.
Eu era rápida, mas ele ainda era mais rápido que eu.
E só mesmo para ajudar a coisa, eu era muito trapalhona.
Por isso tropecei numa pedrinha qualquer e cai no meio do chão.
- I found you! Are you alright? - perguntou Sam deitando-se a meu lado, no chão, a rir.
- Fine. Wow!
- What?
- I just love this sky. Everytime I look at the sky, I get more and more amazed by it.
- Same here. Wanna know something?
- Yap.
- I love you. You're the best thing that ever happen to me. There was sometimes that I wanted to end my life, but I couldn't do that.And than, I met you. You were loke some kind of goddess that shown me the meening of life. - depois de suspirar, continuou. - All this, just to say that I don´t want to be appart from you. Ever.
Sam olhava-me com um olhar de paixão.
- When Duarte almost raped me, - tremi só de lembrar o que se tinha passado. - I went in a deep depression. I didn't eat, I didn't sleep 'cause I was so afraid that he would show at my door and do that stuff again. - dito isto, Sam dá-me um abraço forte. - But when you came to Portugal the first time it was like my "love at first sight".
Sam beijou-me e ficámos a observar as estrelas.
Era uma noite de inverno fria, mas o céu estava limpo.
Olhei para o relógio e notei que já eram 4:45 da manhã.
Tinha-mos que dormir!
Entre acordar e tomar banho, tinha-mos mesmo que acordar cedo.
- I think we shoul go to bed. Tomorrow we have to wake up early. - expliquei.
- Yes, we need to go.
Levantá-mo-nos e fomos para o quarto.
Quando lá entrámos, vestimos os pijamas e deitá-mo-nos na cama.
- Goodnight. - disse beijando-me na testa.
- Goodnight, baby.
Logo de seguida adormeci.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Capitulo 4 Parte 2: O Ensaio
Chegámos à garagem alugada onde a minha banda ensaiava.
Entrámos e liguei as luzes.
Lá dentro tinha uma bateria preta, várias guitarras, tanto elétricas como acústicas, dois baixos e um violino.
Peguei em duas guitarras e entreguei a Sam a preta.
A minha era castanha, completamente autografada. Alguns dos autógrafos eram dos Thirty Seconds To Mars, claro, Pearl Jam e Foo Fighters.
Sentei-me e comecei a tocar alguns acordes ao calhas.
-So, what can you play? - perguntei.
-What about "Better Man"?
Sorri como resposta.
Começámos a tocar.
-"Waintin',watching the clock,
It's 4 O'clock, it's got to stop.
Tell him, take no more,
She practices her speech,
And he opens the door,
She rools over,
Pretends to sleep,
As he looks her over.
She lies and say she's in love with him,
Can't find a better man.
She dreams in colours, she dreams in red,
Can't find a better man."
Enquanto eu cantava, Sam olhava-me com um olhar apaixonado.
Não resisti e pousei a guitarra.
Lancei-me para cima dele e beija-mo-nos loucamente.
Atirei-o para o sofá e afastei-me para dizer:
-I don't need a better man!
Sam sorriu e beijou-me ainda mais loucamente.
A garagem tinha um pequeno quarto, caso fosse necessário alguém passar a noite lá.
Levantá-mo-nos, ainda agarrados um ao outro, e dirigi-mo-nos para lá.
Deitá-mo-nos, eu por baixo e ele por cima.
Eu já tinha previsto algo parecido acontecer e sabia que havia preservativos numa gaveta ao lado da cama.
Entre beijos, cheguei à gaveta e tirei um.
Sam começou a tirar-me a camisola e as calças.
De seguida, tirei-lhe as calças e as camisolas.
Quando estávamos apenas de roupa interior, afastá-mo-nos e ele perguntou:
-Are you sure about this?
-We're already like this. Why not? - respondi, ofegante.~
-If you say so.
Beijou-me outra vez e retira-me a roupa interior.
-You're so beautiful! - disse enquanto me penetrava.
Gritei um pouco de dor. Era a minha primeira vez.
-Were you a virgin? - perguntou, preocupado.
-Now I'm not. - brinquei.
-I'll do it slowly. I didn't knew.
-Okay.
Dito isto, foi avançando devagar.
Apesar das dores consideradas "normais" para a primeira vez, eu estava feliz.
Estava a fazê-lo com quem eu amo.
Durante o ato do amor, soltávamos alguns gemidos de prazer.
Chegou a uma certa altura que estávamos a chegar ao nosso máximo.
Gememos bem alto quando atingimos o climax e no fim, Sam rebolou para o lado.
Estávamos ambos cansados. Abracei-me a ele e disse:
-I love you!
-I love you too. - disse beijando-me na testa.
E depois adormeci.
*1 hora depois*
Quando acordei, Sam já não estava no quarto.
Peguei no telefone e vi que eram 18:30, ou seja, o ensaio começa em meia hora.
Voltei a vestir-me e apanhei o cabelo com um elástico.
Todo o meu corpo doía-me, como esperado, mas não me importei com isso.
Saí do quarto e deparei-me com Sam a tocar "Wake Me Up When September Ends" dos Green Day.
-Good morning, sleepy beauty. - cumprimentou-me com um sorriso.
-Good morning.
Sentei-me ao lado dele, encostei a minha cabeça no seu ombro e continuei a ouvi-lo tocar.
-You know, you sing like an angel!
-Thank you!!
Continuei a ouvi-lo tocar até que a porta da garagem se abre e a malta da banda entra.
-Ok, isto é novo. - comentou Pedro. - Ela nunca trouxe ninguém cá.
-Há sempre uma primeira vez para tudo. - ri-me, lembrando o que se tinha passado à umas horas atrás. - Vamos lá despachar isto. Este é o Sam, meu namorado. Sam these are the rest of the band.
-Nice to meet you all. - cumprimentou com um sorriso.
Posicioná-mo-nos para começar o ensaio.
-O presidente da associação de estudantes falou comigo para ver se podíamos tocar no "Dia da Escola". - falou Ricardo. - Eu disse que ia falar convosco. Que tal?
-Por mim, tudo bem. - respondi.
-Então e o que vamos tocar? - perguntou Rita.
-Sabes tocar as partes de violino do "Awake and Alive" dos Skillet? - perguntei a Rita. Eu adorava essa música e queria tocá-la ao vivo.
-Sei. E quem é que vai tocar o baixo?
-Logo se vê.
-Ok.
-Então, uma já está. E o que vamos tocar mais? Temos 30 minutos para tocar, dá para 6 músicas mais ou menos. - disse Ricardo.
-Miguel o que queres tocar?
-"Arlandia" dos Foo Fighters. - respondeu.
-Fixe! - comentei. - Difícil, mas divertida. Rita?
-"Call Me When You're Sober" dos Evanescense.
-Ok, nunca cantei mas vamos experimentar. Ricardo?
-"Come As You Are" Nirvana.
-Óbvio! Claro que sim! Pedro?
-Que tal uma dos teus queridos Thirty Seconds To Mars? "Hurricane".
-YES! Aleluia! Falta uma.
-What about "We Will Rock You" by Queen? Every person on Earth knows this song. - disse Sam.
-I like your idea! What do you think guys? - perguntei animada.
-That music is perfect to end the show! - comentou Pedro.
-Ok! Já temos as músicas. Digam-me o que acham do set list.
Set List:
1º Come As You Are
2º Awake and Alive
3º Arlandia
4º Call Me When You're Sober
5º Hurricane
6º We Will Rock You
-Gosto! - disseram todos.
-Então vamos ensaiar! - gritei.
Enquanto ensaiava-mos, Sam estava sentado em frente a mim.
Ele olhava-me com um olhar apaixonado.
Oh, como eu o amava!
Enquanto cantava "Hurricane", olhava fixamente para Sam.
Quase que me trocava com a letra.
Sempre que cantava a parte "Where is your God?", eu sorria.
Acabámos o ensaio por volta das 8 e meia da noite.
Despedi-me da banda e sentei-me ao pé de Sam.
Eu segurava a minha guitarra, por isso tocava "The Kill" em acústico.
-What did you think? - perguntei.
-Great! They play very well, but your voice is just amazing! I love "Call Me When You're Sober" singed by you!
-Thank you! - sorri e logo de seguida beijei-o.
Sam sorriu quando nos afastámos. Ficámos ainda com as nossas testas encostadas uma na outra.
De repente ele começa-me a fazer cócegas e com tanto movimento, eu caio no chão.
-Are you alright? - perguntou a rir às gargalhadas.
-AH AH AH! So funny! I'm fine! - disse enquanto me levantava, pegava na guitarra e sentava-me ao lado dele. - I'm tired. I'm going to take a nap.
-Hey, hey! When are we going home?
-Mum is only ready at 10. We have to wait here. - disse encostando-me ao ombro dele, quase adormecendo.
-Ok. Do you want me to play something for you?
-Please. - pedi.
Ele começou a tocar "Never Say Goodbye" dos Bon Jovi em formato acústico.
Adormeci.
Estava mesmo cansada.
Eu sabia que fazer "aquilo" era cansativo, mas nunca pensei que fosse assim tanto.
Acordei passado 1 hora, com o meu BlackBerry a tocar.
Vi que era Duarte e desliguei.
Mas ele era teimoso e continuava a ligar.
Mas eu era ainda mais teimosa e continuava a desligar a chamada.
-Who is it? - perguntou Sam.
-Duarte. - disse, desligando outra vez a chamada.
-Next time he call you, let me answer. - disse enraivecido.
De repente o telefone toca outra vez e Sam arranca-me, literalmente, o telemóvel da mão.
-What are you going to say?
-To stop calling you? Hello? - disse enquanto atendia o telefone. - Hi, this is Sam, Catarina's boyfriend. Would you please stop calling her?
Pareceu-me ouvir Duarte dizer: "Fuck you! I'll call her if I want!"
-Go fuck yourself! She's with me now, you know? I'm warning you. If you ever call her or even get near her, you're a dead man! - dito isto desliga o telefone.
Eu estava aterrorizada.
Lembro-me que, quando eu e Duarte acabámos, ele começou-me a perseguir para todo o lado que ia.
Um dia, chegou mesmo a entrar na minha casa e quase violar-me.
E se ele voltava a fazer o mesmo? Ou ainda pior?
Eu estava mais branca que as paredes da garagem.
Comecei a chorar descontroladamente.
-Sam... - a minha voz perdeu-se. As minhas pernas perderam força e caí no chão de joelhos.
-Catarina! What happen? - perguntou muito preocupado.
Eu não conseguia dizer nada.
Apenas chorava.
Só de imaginar no que Duarte podia fazer ou a mim ou a Sam, estava a provocar-me calafrios.
-Please, Catarina! Tell me what's going on. Please! - implorou, ajoelhando-se à minha frente.
Ainda a chorar desalmadamente, sentei-me no sofá.
Sam sentou-se a meu lado, agarrou-me as mãos e abraçou-me.
Um abraço quente e forte, que me reconfortou.
Contei-lhe o que Duarte me tinha feito.
Sam ficou chocado quando soube que Duarte quase me violou.
-I'm afraid! He's going to do so much worse than that. - disse voltando a chorar.
Sam abraçou-me e disse:
-I'll kill him if he ever does that again. I'll always protect you!
Eu não conseguia dizer nada.
Eu só conseguia ficar abraçada a ele.
Quando me senti melhor, peguei na minha guitarra e comecei a tocar "The Story" dos 30 Seconds To Mars.
Sam ainda me olhava com preocupação.
Uma buzina no lado de fora avisou que a minha mãe tinha chegado.
Entrámos no carro e dirigi-mo-nos para casa.
Entrámos e liguei as luzes.
Lá dentro tinha uma bateria preta, várias guitarras, tanto elétricas como acústicas, dois baixos e um violino.
Peguei em duas guitarras e entreguei a Sam a preta.
A minha era castanha, completamente autografada. Alguns dos autógrafos eram dos Thirty Seconds To Mars, claro, Pearl Jam e Foo Fighters.
Sentei-me e comecei a tocar alguns acordes ao calhas.
-So, what can you play? - perguntei.
-What about "Better Man"?
Sorri como resposta.
Começámos a tocar.
-"Waintin',watching the clock,
It's 4 O'clock, it's got to stop.
Tell him, take no more,
She practices her speech,
And he opens the door,
She rools over,
Pretends to sleep,
As he looks her over.
She lies and say she's in love with him,
Can't find a better man.
She dreams in colours, she dreams in red,
Can't find a better man."
Enquanto eu cantava, Sam olhava-me com um olhar apaixonado.
Não resisti e pousei a guitarra.
Lancei-me para cima dele e beija-mo-nos loucamente.
Atirei-o para o sofá e afastei-me para dizer:
-I don't need a better man!
Sam sorriu e beijou-me ainda mais loucamente.
A garagem tinha um pequeno quarto, caso fosse necessário alguém passar a noite lá.
Levantá-mo-nos, ainda agarrados um ao outro, e dirigi-mo-nos para lá.
Deitá-mo-nos, eu por baixo e ele por cima.
Eu já tinha previsto algo parecido acontecer e sabia que havia preservativos numa gaveta ao lado da cama.
Entre beijos, cheguei à gaveta e tirei um.
Sam começou a tirar-me a camisola e as calças.
De seguida, tirei-lhe as calças e as camisolas.
Quando estávamos apenas de roupa interior, afastá-mo-nos e ele perguntou:
-Are you sure about this?
-We're already like this. Why not? - respondi, ofegante.~
-If you say so.
Beijou-me outra vez e retira-me a roupa interior.
-You're so beautiful! - disse enquanto me penetrava.
Gritei um pouco de dor. Era a minha primeira vez.
-Were you a virgin? - perguntou, preocupado.
-Now I'm not. - brinquei.
-I'll do it slowly. I didn't knew.
-Okay.
Dito isto, foi avançando devagar.
Apesar das dores consideradas "normais" para a primeira vez, eu estava feliz.
Estava a fazê-lo com quem eu amo.
Durante o ato do amor, soltávamos alguns gemidos de prazer.
Chegou a uma certa altura que estávamos a chegar ao nosso máximo.
Gememos bem alto quando atingimos o climax e no fim, Sam rebolou para o lado.
Estávamos ambos cansados. Abracei-me a ele e disse:
-I love you!
-I love you too. - disse beijando-me na testa.
E depois adormeci.
*1 hora depois*
Quando acordei, Sam já não estava no quarto.
Peguei no telefone e vi que eram 18:30, ou seja, o ensaio começa em meia hora.
Voltei a vestir-me e apanhei o cabelo com um elástico.
Todo o meu corpo doía-me, como esperado, mas não me importei com isso.
Saí do quarto e deparei-me com Sam a tocar "Wake Me Up When September Ends" dos Green Day.
-Good morning, sleepy beauty. - cumprimentou-me com um sorriso.
-Good morning.
Sentei-me ao lado dele, encostei a minha cabeça no seu ombro e continuei a ouvi-lo tocar.
-You know, you sing like an angel!
-Thank you!!
Continuei a ouvi-lo tocar até que a porta da garagem se abre e a malta da banda entra.
-Ok, isto é novo. - comentou Pedro. - Ela nunca trouxe ninguém cá.
-Há sempre uma primeira vez para tudo. - ri-me, lembrando o que se tinha passado à umas horas atrás. - Vamos lá despachar isto. Este é o Sam, meu namorado. Sam these are the rest of the band.
-Nice to meet you all. - cumprimentou com um sorriso.
Posicioná-mo-nos para começar o ensaio.
-O presidente da associação de estudantes falou comigo para ver se podíamos tocar no "Dia da Escola". - falou Ricardo. - Eu disse que ia falar convosco. Que tal?
-Por mim, tudo bem. - respondi.
-Então e o que vamos tocar? - perguntou Rita.
-Sabes tocar as partes de violino do "Awake and Alive" dos Skillet? - perguntei a Rita. Eu adorava essa música e queria tocá-la ao vivo.
-Sei. E quem é que vai tocar o baixo?
-Logo se vê.
-Ok.
-Então, uma já está. E o que vamos tocar mais? Temos 30 minutos para tocar, dá para 6 músicas mais ou menos. - disse Ricardo.
-Miguel o que queres tocar?
-"Arlandia" dos Foo Fighters. - respondeu.
-Fixe! - comentei. - Difícil, mas divertida. Rita?
-"Call Me When You're Sober" dos Evanescense.
-Ok, nunca cantei mas vamos experimentar. Ricardo?
-"Come As You Are" Nirvana.
-Óbvio! Claro que sim! Pedro?
-Que tal uma dos teus queridos Thirty Seconds To Mars? "Hurricane".
-YES! Aleluia! Falta uma.
-What about "We Will Rock You" by Queen? Every person on Earth knows this song. - disse Sam.
-I like your idea! What do you think guys? - perguntei animada.
-That music is perfect to end the show! - comentou Pedro.
-Ok! Já temos as músicas. Digam-me o que acham do set list.
Set List:
1º Come As You Are
2º Awake and Alive
3º Arlandia
4º Call Me When You're Sober
5º Hurricane
6º We Will Rock You
-Gosto! - disseram todos.
-Então vamos ensaiar! - gritei.
Enquanto ensaiava-mos, Sam estava sentado em frente a mim.
Ele olhava-me com um olhar apaixonado.
Oh, como eu o amava!
Enquanto cantava "Hurricane", olhava fixamente para Sam.
Quase que me trocava com a letra.
Sempre que cantava a parte "Where is your God?", eu sorria.
Acabámos o ensaio por volta das 8 e meia da noite.
Despedi-me da banda e sentei-me ao pé de Sam.
Eu segurava a minha guitarra, por isso tocava "The Kill" em acústico.
-What did you think? - perguntei.
-Great! They play very well, but your voice is just amazing! I love "Call Me When You're Sober" singed by you!
-Thank you! - sorri e logo de seguida beijei-o.
Sam sorriu quando nos afastámos. Ficámos ainda com as nossas testas encostadas uma na outra.
De repente ele começa-me a fazer cócegas e com tanto movimento, eu caio no chão.
-Are you alright? - perguntou a rir às gargalhadas.
-AH AH AH! So funny! I'm fine! - disse enquanto me levantava, pegava na guitarra e sentava-me ao lado dele. - I'm tired. I'm going to take a nap.
-Hey, hey! When are we going home?
-Mum is only ready at 10. We have to wait here. - disse encostando-me ao ombro dele, quase adormecendo.
-Ok. Do you want me to play something for you?
-Please. - pedi.
Ele começou a tocar "Never Say Goodbye" dos Bon Jovi em formato acústico.
Adormeci.
Estava mesmo cansada.
Eu sabia que fazer "aquilo" era cansativo, mas nunca pensei que fosse assim tanto.
Acordei passado 1 hora, com o meu BlackBerry a tocar.
Vi que era Duarte e desliguei.
Mas ele era teimoso e continuava a ligar.
Mas eu era ainda mais teimosa e continuava a desligar a chamada.
-Who is it? - perguntou Sam.
-Duarte. - disse, desligando outra vez a chamada.
-Next time he call you, let me answer. - disse enraivecido.
De repente o telefone toca outra vez e Sam arranca-me, literalmente, o telemóvel da mão.
-What are you going to say?
-To stop calling you? Hello? - disse enquanto atendia o telefone. - Hi, this is Sam, Catarina's boyfriend. Would you please stop calling her?
Pareceu-me ouvir Duarte dizer: "Fuck you! I'll call her if I want!"
-Go fuck yourself! She's with me now, you know? I'm warning you. If you ever call her or even get near her, you're a dead man! - dito isto desliga o telefone.
Eu estava aterrorizada.
Lembro-me que, quando eu e Duarte acabámos, ele começou-me a perseguir para todo o lado que ia.
Um dia, chegou mesmo a entrar na minha casa e quase violar-me.
E se ele voltava a fazer o mesmo? Ou ainda pior?
Eu estava mais branca que as paredes da garagem.
Comecei a chorar descontroladamente.
-Sam... - a minha voz perdeu-se. As minhas pernas perderam força e caí no chão de joelhos.
-Catarina! What happen? - perguntou muito preocupado.
Eu não conseguia dizer nada.
Apenas chorava.
Só de imaginar no que Duarte podia fazer ou a mim ou a Sam, estava a provocar-me calafrios.
-Please, Catarina! Tell me what's going on. Please! - implorou, ajoelhando-se à minha frente.
Ainda a chorar desalmadamente, sentei-me no sofá.
Sam sentou-se a meu lado, agarrou-me as mãos e abraçou-me.
Um abraço quente e forte, que me reconfortou.
Contei-lhe o que Duarte me tinha feito.
Sam ficou chocado quando soube que Duarte quase me violou.
-I'm afraid! He's going to do so much worse than that. - disse voltando a chorar.
Sam abraçou-me e disse:
-I'll kill him if he ever does that again. I'll always protect you!
Eu não conseguia dizer nada.
Eu só conseguia ficar abraçada a ele.
Quando me senti melhor, peguei na minha guitarra e comecei a tocar "The Story" dos 30 Seconds To Mars.
Sam ainda me olhava com preocupação.
Uma buzina no lado de fora avisou que a minha mãe tinha chegado.
Entrámos no carro e dirigi-mo-nos para casa.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Capitulo 4 Parte 1: Preocupações e Invejas
Este capitulo, mesmo dividido em dois é enorme!! o.o Bem aqui fica!
O dia começou normalmente.
Enquanto me vestia, ouvia "Peacemaker" dos Green Day.
Essa música deixava-me muito bem disposta.
Pus uma maquilhagem leve e vim para a sala de estar.
Sam já lá estava.
Tinha vestido uma hoodie vermelha da DC, umas calças jeans azuis escuras e umas Vans pretas.
-Good morning, my love! - cumprimentou-me com um beijo - You look nice.
Eu tinha umas calças de ganga azuis escuras, uma túnica creme, um casaco de lã, umas perneiras curtinhas castanhas claras e umas botas um pouco mais escuras.
-Good morning! So do you. Let's go. My mum is wainting in the car. - informei.
O caminho para a escola foi feito com muita cantoria e isso agradava-me muito.
Ainda me punha mais bem disposta.
Quando chegámos à escola, cumprimentei a Carolina e a Joana e reparei que o Ricardo, um dos meus melhores amigos, tinha chegado.
Cumprimentei-o e apresentei-o a Sam.
-Ricardo, this is my boyfriend Sam. Sam this is my best friend Ricardo.
-Nice to meet you, man! - disse Ricardo a Sam. Depois virou-se para mim e disse - Eu não sabia deste. Quando é que ele chegou?
-Ontem. Desculpa ter faltado ao ensaio ontem! Sorry sorry sorry!
Ricardo riu.
-Oh não te preocupes! Tenho que ir, xau! - disse, acenando.
-Why were you apollagizing?
-Because yesterday I forgot all about my band rehearsel.
-You have a band?
-I didn't tell you? I'm the lead singer of a band called "Warriors". Ricardo plays the guittar, and you'll meet Rita that plays bass and violine, Pedro that plays keyboard and Miguel that plays the drums.
-OWW! That's so cool! What do you sing there?
-Well, we play Pearl Jam, Nirvana, The Pretty Reckless and some Thirty Seconds To Mars, of course.
-Cool! Next time, can I watch it?
-Duhh! Of course!
A campainha tocou e tivemos que entrar.
De manhã houve mais apresentações de Sam.
Durante a hora de almoço, eu estava sentada a apanhar sol e à espera de Sam que tinha ido buscar cafés.
A minha "querida amiga" armou-se em cínica e veio falar comigo.
-Então? Ouvi uns rumores que agora andas com um dinamarquês podre de bom? É verdade? - perguntou Mariana.
- Sim, e o que tens tu haver com isso?
-Eu? Nada, nada. Só vim avisar-te que ele ainda vai ser meu, OK? - ameaçou.
- Pois claro que sim. E o cuzinho lavado com água de rosas, não queres?
Ela indignada, dá-me um estalo e levanta-se.
-Aonde é que pensas que vais, querida? - gritei, enquanto me levantava.
Agarrei-me ao cabelo dela e mandei-lhe um estalo na cara.
-Já devias saber que a minha mão é bem mais pesada que a tua e dói mais!
-Tu não me ameaças! Se não...
Nem a deixei acabar.
-Se não o quê? Vá! Continua o que ias dizer, se tens coragem!
-Se não eu viro a escola toda contra ti! Não te esqueças que eu sou popular!
-Oh sim! Só és popular porque vais para a cama com todos! Bye bye! - disse eu a ser muito falsa enquanto ela se ia embora.
Voltei-me a sentar e continuei a apanhar sol, apesar de estar um pouco preocupada.
Mariana era a minha melhor amiga.
Deixei de falar com ela porque tinha inveja de mim.
Ainda hoje não conseguia perceber porquê, mas pronto.
Entretanto, Sam voltou.
-I'm back! I saw a girl living here crying. What happen? - perguntou, entregando-me o café.
-Tell me, why do you love me?
-Why are you asking that?
-Just awser, please! - implorei.
-I've already told you. You seemed like a good, hard-worker and cute girl. And when you looked to me with those beautiful brown eyes, I thought that we were ment to be together.
Eu não consegui dizer nada.
Só perguntei, passados longos minutos de silêncio:
-Do you love me?
Ele não estava à espera desta pergunta.
-What's wrong with you? You're so weird since a few minutes ago.
-Now a girl can't ask her boyfriend to tell her that he loves her. - disse enquanto me levantava.
Sam agarrou-me pelo pulso e puxou-me para o colo dele.
-"I love you like the stars above. I love you until I die." - disse.
-The Killers "Romeo and Juliet". - disse abraçando-o e beijando-o com lágrimas a escorrer pelo rosto.
-"Don't you cry tonight, I still love you, baby!" - cantarolou ao meu ouvido.
-Guns n' Roses "Don't Cry". Please stop it! You're making me cry more! - disse limpando os olhos.
-I'll stop. - disse ele rindo.
-Now you're thinking that I'm stupid for crying with no reason!
-Don't worry! Kate did the same thing. Now on, when you need a shoolder to cry, I'll be there for you. I love you. Don't forget it, ok?
-Thank you! I love you more! - disse beijando-o - Do you mind if I sleep with you tonight? I don't want to be alone.
-Of course you can!
Encostei-me ao ombro e adormeci, com o sol de inverno a aquecer-me.
Ainda senti um beijo na testa, mas depois caí no Vale dos Sonhos.
Acordei passado cerca de meia hora com o telefone a tocar.
Era Carla. Atendi logo.
-Carla, tudo bem? Eu tou preocupada. O que se passou?
-Tudo péssimo! Eu e o Fernando acabámos tudo.
-Então? Como é que isso aconteceu? Vocês já namoravam à tanto tempo!
-Ele estava muito invejoso, e fartei-me das merdas dele! E agora Caty? O que faço? Eu amava-o tanto!
-Agora precisas de ter muita calma! Já sabes que estou aqui sempre que precisares! Aconteça o que acontecer. Tenta distrair-te! Vai ver "A Ressaca", vai sair à noite, sei lá! Diverte-te e tenta esquece-lo, ta?
-Provavelmente vou fazer isso. Vou ligar à Patrícia e vamos sair à noite!
-Ok, linda! Bebe uma caipirinha por mim!
-ALRIGHT!
E desligou o telefone.
A Carla era assim.
Sempre que alguma coisa envolvia sair à noite e beber caipirinhas ela ficava toda animada.
E estava de costas, e de repente alguém me tapou os olhos, me virou e beijou.
-Samy, I can't see a God damn thing!
Ele retirou as mãos dos meus olhos e me abraçou.
-Where were you? I didn't see you leave. I tought you left with out me.
-Silly! I'm still here. I was talking on the phone with Carla.
-Oh I see... You know, I'll be very sad if you ever leave me.
-Hey! Don't you ever think that I'll leave! Never! - disse acalmando-o, enquanto o abraçava.
-Ok. Let's go.
Fomos andando até à sala, até que, a meio do caminho, encontramos Duarte, meu ex-namorado.
-Com que então trocaste-me por um camone! Mas que bem!
-Oh por amor da santinha! Vai dar uma volta, Duarte! Let's go, Sam. - disse virando as costas e indo embora.
-Who was he? - perguntou Sam.
-My ex-boyfriend. Nevermind him. - disse calmamente.
Sam não disse nada.
Continuamos o nosso caminho e chegámos à sala onde iríamos ter matemática.
Passámos a aula inteira sem falar um para o outro.
Sam parecia pensativo, e eu não queria moer-lhe o juízo.
Quando a aula acabou, fomos diretos para o bar lanchar.
Sentei-me e comecei a ouvir música.
Sam aproveitou e ligou ao pai, para dizer que estava tudo bem e que se estava a adaptar bem à escola.
Eu olhava para ele com um misto de preocupação e ternura.
Nunca o tinha visto assim.
-O que é que se passa com aqueles dois? - comentou Joana.
-Não sei. - respondeu Carolina.
Farta de estar preocupada, levantei-me e fui falar com Sam.
-What's wrong? You're so quite...
-Nothing.
-Come on! I know you so well... I know there's something bothering you.
-I'm fine. Trust me.
-Yeah, right. - amuei.
-Baby, I'm fine. Don't worry. Please.
-If you say so. Look, don't you want to skip this last class? I want to show you something.
-Is it alright?
-Oh don't worry. It's our first time skipping classes so it's ok.
-Ok.
Mandei um SMS à Carolina a dizer que íamos faltar.
-So, where are we going?
-You'll see when we get there. - disse sorrindo. Tell me, do you play any instrument?
-Guittar and drums.
-Oh ok!
O dia começou normalmente.
Enquanto me vestia, ouvia "Peacemaker" dos Green Day.
Essa música deixava-me muito bem disposta.
Pus uma maquilhagem leve e vim para a sala de estar.
Sam já lá estava.
Tinha vestido uma hoodie vermelha da DC, umas calças jeans azuis escuras e umas Vans pretas.
-Good morning, my love! - cumprimentou-me com um beijo - You look nice.
Eu tinha umas calças de ganga azuis escuras, uma túnica creme, um casaco de lã, umas perneiras curtinhas castanhas claras e umas botas um pouco mais escuras.
-Good morning! So do you. Let's go. My mum is wainting in the car. - informei.
O caminho para a escola foi feito com muita cantoria e isso agradava-me muito.
Ainda me punha mais bem disposta.
Quando chegámos à escola, cumprimentei a Carolina e a Joana e reparei que o Ricardo, um dos meus melhores amigos, tinha chegado.
Cumprimentei-o e apresentei-o a Sam.
-Ricardo, this is my boyfriend Sam. Sam this is my best friend Ricardo.
-Nice to meet you, man! - disse Ricardo a Sam. Depois virou-se para mim e disse - Eu não sabia deste. Quando é que ele chegou?
-Ontem. Desculpa ter faltado ao ensaio ontem! Sorry sorry sorry!
Ricardo riu.
-Oh não te preocupes! Tenho que ir, xau! - disse, acenando.
-Why were you apollagizing?
-Because yesterday I forgot all about my band rehearsel.
-You have a band?
-I didn't tell you? I'm the lead singer of a band called "Warriors". Ricardo plays the guittar, and you'll meet Rita that plays bass and violine, Pedro that plays keyboard and Miguel that plays the drums.
-OWW! That's so cool! What do you sing there?
-Well, we play Pearl Jam, Nirvana, The Pretty Reckless and some Thirty Seconds To Mars, of course.
-Cool! Next time, can I watch it?
-Duhh! Of course!
A campainha tocou e tivemos que entrar.
De manhã houve mais apresentações de Sam.
Durante a hora de almoço, eu estava sentada a apanhar sol e à espera de Sam que tinha ido buscar cafés.
A minha "querida amiga" armou-se em cínica e veio falar comigo.
-Então? Ouvi uns rumores que agora andas com um dinamarquês podre de bom? É verdade? - perguntou Mariana.
- Sim, e o que tens tu haver com isso?
-Eu? Nada, nada. Só vim avisar-te que ele ainda vai ser meu, OK? - ameaçou.
- Pois claro que sim. E o cuzinho lavado com água de rosas, não queres?
Ela indignada, dá-me um estalo e levanta-se.
-Aonde é que pensas que vais, querida? - gritei, enquanto me levantava.
Agarrei-me ao cabelo dela e mandei-lhe um estalo na cara.
-Já devias saber que a minha mão é bem mais pesada que a tua e dói mais!
-Tu não me ameaças! Se não...
Nem a deixei acabar.
-Se não o quê? Vá! Continua o que ias dizer, se tens coragem!
-Se não eu viro a escola toda contra ti! Não te esqueças que eu sou popular!
-Oh sim! Só és popular porque vais para a cama com todos! Bye bye! - disse eu a ser muito falsa enquanto ela se ia embora.
Voltei-me a sentar e continuei a apanhar sol, apesar de estar um pouco preocupada.
Mariana era a minha melhor amiga.
Deixei de falar com ela porque tinha inveja de mim.
Ainda hoje não conseguia perceber porquê, mas pronto.
Entretanto, Sam voltou.
-I'm back! I saw a girl living here crying. What happen? - perguntou, entregando-me o café.
-Tell me, why do you love me?
-Why are you asking that?
-Just awser, please! - implorei.
-I've already told you. You seemed like a good, hard-worker and cute girl. And when you looked to me with those beautiful brown eyes, I thought that we were ment to be together.
Eu não consegui dizer nada.
Só perguntei, passados longos minutos de silêncio:
-Do you love me?
Ele não estava à espera desta pergunta.
-What's wrong with you? You're so weird since a few minutes ago.
-Now a girl can't ask her boyfriend to tell her that he loves her. - disse enquanto me levantava.
Sam agarrou-me pelo pulso e puxou-me para o colo dele.
-"I love you like the stars above. I love you until I die." - disse.
-The Killers "Romeo and Juliet". - disse abraçando-o e beijando-o com lágrimas a escorrer pelo rosto.
-"Don't you cry tonight, I still love you, baby!" - cantarolou ao meu ouvido.
-Guns n' Roses "Don't Cry". Please stop it! You're making me cry more! - disse limpando os olhos.
-I'll stop. - disse ele rindo.
-Now you're thinking that I'm stupid for crying with no reason!
-Don't worry! Kate did the same thing. Now on, when you need a shoolder to cry, I'll be there for you. I love you. Don't forget it, ok?
-Thank you! I love you more! - disse beijando-o - Do you mind if I sleep with you tonight? I don't want to be alone.
-Of course you can!
Encostei-me ao ombro e adormeci, com o sol de inverno a aquecer-me.
Ainda senti um beijo na testa, mas depois caí no Vale dos Sonhos.
Acordei passado cerca de meia hora com o telefone a tocar.
Era Carla. Atendi logo.
-Carla, tudo bem? Eu tou preocupada. O que se passou?
-Tudo péssimo! Eu e o Fernando acabámos tudo.
-Então? Como é que isso aconteceu? Vocês já namoravam à tanto tempo!
-Ele estava muito invejoso, e fartei-me das merdas dele! E agora Caty? O que faço? Eu amava-o tanto!
-Agora precisas de ter muita calma! Já sabes que estou aqui sempre que precisares! Aconteça o que acontecer. Tenta distrair-te! Vai ver "A Ressaca", vai sair à noite, sei lá! Diverte-te e tenta esquece-lo, ta?
-Provavelmente vou fazer isso. Vou ligar à Patrícia e vamos sair à noite!
-Ok, linda! Bebe uma caipirinha por mim!
-ALRIGHT!
E desligou o telefone.
A Carla era assim.
Sempre que alguma coisa envolvia sair à noite e beber caipirinhas ela ficava toda animada.
E estava de costas, e de repente alguém me tapou os olhos, me virou e beijou.
-Samy, I can't see a God damn thing!
Ele retirou as mãos dos meus olhos e me abraçou.
-Where were you? I didn't see you leave. I tought you left with out me.
-Silly! I'm still here. I was talking on the phone with Carla.
-Oh I see... You know, I'll be very sad if you ever leave me.
-Hey! Don't you ever think that I'll leave! Never! - disse acalmando-o, enquanto o abraçava.
-Ok. Let's go.
Fomos andando até à sala, até que, a meio do caminho, encontramos Duarte, meu ex-namorado.
-Com que então trocaste-me por um camone! Mas que bem!
-Oh por amor da santinha! Vai dar uma volta, Duarte! Let's go, Sam. - disse virando as costas e indo embora.
-Who was he? - perguntou Sam.
-My ex-boyfriend. Nevermind him. - disse calmamente.
Sam não disse nada.
Continuamos o nosso caminho e chegámos à sala onde iríamos ter matemática.
Passámos a aula inteira sem falar um para o outro.
Sam parecia pensativo, e eu não queria moer-lhe o juízo.
Quando a aula acabou, fomos diretos para o bar lanchar.
Sentei-me e comecei a ouvir música.
Sam aproveitou e ligou ao pai, para dizer que estava tudo bem e que se estava a adaptar bem à escola.
Eu olhava para ele com um misto de preocupação e ternura.
Nunca o tinha visto assim.
-O que é que se passa com aqueles dois? - comentou Joana.
-Não sei. - respondeu Carolina.
Farta de estar preocupada, levantei-me e fui falar com Sam.
-What's wrong? You're so quite...
-Nothing.
-Come on! I know you so well... I know there's something bothering you.
-I'm fine. Trust me.
-Yeah, right. - amuei.
-Baby, I'm fine. Don't worry. Please.
-If you say so. Look, don't you want to skip this last class? I want to show you something.
-Is it alright?
-Oh don't worry. It's our first time skipping classes so it's ok.
-Ok.
Mandei um SMS à Carolina a dizer que íamos faltar.
-So, where are we going?
-You'll see when we get there. - disse sorrindo. Tell me, do you play any instrument?
-Guittar and drums.
-Oh ok!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Capitulo 3: A Surpresa
Acordei e tinha 3 mensagens, sendo 2 no BlackBerry e 1 no iPhone.
As SMS que estavam no BlackBerry eram da Carla a dizer que precisava de falar comigo urgentemente.
Fiquei preocupada e perguntei o que se passava e ela disse que me ligava mais tarde.
A que tinha no iPhone era da irmã de Sam, Kate e dizia:
-"Hi Catarina! Here Kate. I wanted to talk to you about my brother. Call me when you can. Big kisses!"
Não me importei muito com a SMS e pus "Sweet Child O' Mine" dos Guns n´Roses e começei a arranjar-me.
Tinha um feeling que algo de bom ia acontecer.
Desci, tomei o pequeno almoço e a minha mãe levou-me para a escola.
As aulas decorreram normalmente.
E quando digo normalmente, digo com muita conversa e riso.
Chegou a hora de almoço e fui para o bar da escola acompanhada da Joana e da Carolina, como sempre.
Um rapaz, com cerca de 14 anos, baixo de cabelo curto castanho, aproximou-se da nossa mesa e disse:
-Desculpa, és a Catarina Pereira? - perguntou, indicando-se a mim.
-Sim, porquê?
-É só que está lá fora um rapaz estrangeiro à tua procura.
Quase que me engasguei com o Kinder que comia.
Peguei no cartão e saí a correr.
Saí pelo portão e comecei a procurá-lo.
Entretanto ouvi uma voz do outro lado da rua a chamar-me.
Virei-me e encontrei-o.
Ele estava lindo! Mais lindo do que eu me lembrava. O seu cabelo era curto, mas não muito, loiro de olhos azuis. Tinha vestido uma camisola verde a dizer Billabong, umas calças de ganga escuras, um casaco preto e umas Merrell castanhas.
Desatei a correr e quase que fui atropelada.
Corri até ele, pulando, literalmente para cima dele.
Senti toda a gente que estava na rua a olhar para nós, mas eu não queria saber deles para nada.
Beijei-o tão docemente! Mas um beijo bastante apaixonado.
-Hello! - disse ainda me abraçando.
-Hi! What are you doing here? - perguntei, intrigada, mas feliz.
-I came to see you.
-I already figure that out. But did you travelled all the way here just to see me? I mean, I really loved it, but I'm sure you expend alot of money.
-Remember when I told you that I wanted to come study to Portugal?
-Yes.
-Well, here I am!
-Oh my God! You're already staying here?
-Yes!
Dito isto abracei-me a ele a sorrir.
-Can you show me around? Today I'll put the pappers on to tranfer to your class.
-Of course!
Entramos na escola e fomos diretos para a secretaria tratar dos papeis.
Enquanto Sam tratava dos papeis de transferência, eu aproveitei para ligar a Kate.
-Hi Kate, this is Catarina. How are you?
-Oh hi! I'm fine! And you?
-I'm super fine! What did you wanted to talk to me?
-It's about Sam. Can you please look after him? Here in Denmark we're very worried.
-Don't worry! We'll take care of him.
-Ok! I'll leave him to you. Catarina, now I have to go. By bye. Talk to you soon.
-Ok, bye.
Desliguei a chamada.
Sam parecia estar-se a desenrascar bem, por isso liguei à Carla, mas ela não me atendeu. Fiquei preocupada, mas ela ainda podia estar em aulas.
Quando reparei, Sam já estava sentado ao pé de mim.
-Is everything alright? You seem worried. - perguntou, dando-me um beijo na testa, com um olhar preocupado.
-Just a little. My best friend texted me in the morning saying that she needed to talk to me.
-I'm sure she's fine. So, will you show me the school now?
Mostrei-lhe as salas, o ginásio e o refeitório. Quando entramos na Sala de Convívio, algumas raparigas comentaram que o meu namorado era "podre de bom".
Esbocei um sorriso e cheguei-me perto dele, dando-lhe um beijo.
Chegámos ao bar e pedi-lhe que ficasse do lado de fora, porque queria fazer uma surpresa ás minhas amigas.
Mal entrei no bar, a Joana e a Carolina disseram:
-Então?? Saíste daqui com um speed! Parecia que ias ter com o Yokshov!
"Yokshov" era o que elas chamavam a Sam, sempre que falava dele.
-Por acaso, sim. Esperem só um bocadinho.
Corri até à porta, agarrei na mão dele e entrámos.
Cheguei à mesa e disse:
-Joana, Carolina, este é o Sam. Sam, these are Carolina and Joana.
-Nice to meet you. - cumprimentou Sam com um sorriso.
-Nice to meet you too. - disseram elas boquiabertas.
-Agora se não se importam, eu e o Sam vamos andando.
Íamos na direção da última aula do dia, Inglês.
Ia ser uma aula bem bonita. Eu não suportava a mulher!
Quando entrámos, a stora pediu que Sam se apresentasse.
-Hello, my name is Sam Anderson. I'm 16 years old and I come from Denmark.
-Oh, you speek fluent english. - comentou a stora, espantada.
-In Denmark, english is like the seconds most talked language, so we have to learn it.
-Oh, I see. And where are you staying while you're here?
-I'm staying in Catarina's house. - disse olhando para mim. Eu estava mais vermelha que um tomate!
-I don't understand.
-Catarina's mother and my parents know each other. And besides that, she's my girlfriend. - disse continuando a olhar para mim. Eu queria fugir dali o mais depressa possível.
-Oh really? That's good! Take care of her. She's a hard girl! - fianlizou para poder continuar a aula.
Continuamos a "prestar" atenção à aula, até que finalmente tocou!
Eu estava cansada. Foram demasiadas emoções sentidas hoje.
Estava pronta para uma longa noite de sono!
As SMS que estavam no BlackBerry eram da Carla a dizer que precisava de falar comigo urgentemente.
Fiquei preocupada e perguntei o que se passava e ela disse que me ligava mais tarde.
A que tinha no iPhone era da irmã de Sam, Kate e dizia:
-"Hi Catarina! Here Kate. I wanted to talk to you about my brother. Call me when you can. Big kisses!"
Não me importei muito com a SMS e pus "Sweet Child O' Mine" dos Guns n´Roses e começei a arranjar-me.
Tinha um feeling que algo de bom ia acontecer.
Desci, tomei o pequeno almoço e a minha mãe levou-me para a escola.
As aulas decorreram normalmente.
E quando digo normalmente, digo com muita conversa e riso.
Chegou a hora de almoço e fui para o bar da escola acompanhada da Joana e da Carolina, como sempre.
Um rapaz, com cerca de 14 anos, baixo de cabelo curto castanho, aproximou-se da nossa mesa e disse:
-Desculpa, és a Catarina Pereira? - perguntou, indicando-se a mim.
-Sim, porquê?
-É só que está lá fora um rapaz estrangeiro à tua procura.
Quase que me engasguei com o Kinder que comia.
Peguei no cartão e saí a correr.
Saí pelo portão e comecei a procurá-lo.
Entretanto ouvi uma voz do outro lado da rua a chamar-me.
Virei-me e encontrei-o.
Ele estava lindo! Mais lindo do que eu me lembrava. O seu cabelo era curto, mas não muito, loiro de olhos azuis. Tinha vestido uma camisola verde a dizer Billabong, umas calças de ganga escuras, um casaco preto e umas Merrell castanhas.
Desatei a correr e quase que fui atropelada.
Corri até ele, pulando, literalmente para cima dele.
Senti toda a gente que estava na rua a olhar para nós, mas eu não queria saber deles para nada.
Beijei-o tão docemente! Mas um beijo bastante apaixonado.
-Hello! - disse ainda me abraçando.
-Hi! What are you doing here? - perguntei, intrigada, mas feliz.
-I came to see you.
-I already figure that out. But did you travelled all the way here just to see me? I mean, I really loved it, but I'm sure you expend alot of money.
-Remember when I told you that I wanted to come study to Portugal?
-Yes.
-Well, here I am!
-Oh my God! You're already staying here?
-Yes!
Dito isto abracei-me a ele a sorrir.
-Can you show me around? Today I'll put the pappers on to tranfer to your class.
-Of course!
Entramos na escola e fomos diretos para a secretaria tratar dos papeis.
Enquanto Sam tratava dos papeis de transferência, eu aproveitei para ligar a Kate.
-Hi Kate, this is Catarina. How are you?
-Oh hi! I'm fine! And you?
-I'm super fine! What did you wanted to talk to me?
-It's about Sam. Can you please look after him? Here in Denmark we're very worried.
-Don't worry! We'll take care of him.
-Ok! I'll leave him to you. Catarina, now I have to go. By bye. Talk to you soon.
-Ok, bye.
Desliguei a chamada.
Sam parecia estar-se a desenrascar bem, por isso liguei à Carla, mas ela não me atendeu. Fiquei preocupada, mas ela ainda podia estar em aulas.
Quando reparei, Sam já estava sentado ao pé de mim.
-Is everything alright? You seem worried. - perguntou, dando-me um beijo na testa, com um olhar preocupado.
-Just a little. My best friend texted me in the morning saying that she needed to talk to me.
-I'm sure she's fine. So, will you show me the school now?
Mostrei-lhe as salas, o ginásio e o refeitório. Quando entramos na Sala de Convívio, algumas raparigas comentaram que o meu namorado era "podre de bom".
Esbocei um sorriso e cheguei-me perto dele, dando-lhe um beijo.
Chegámos ao bar e pedi-lhe que ficasse do lado de fora, porque queria fazer uma surpresa ás minhas amigas.
Mal entrei no bar, a Joana e a Carolina disseram:
-Então?? Saíste daqui com um speed! Parecia que ias ter com o Yokshov!
"Yokshov" era o que elas chamavam a Sam, sempre que falava dele.
-Por acaso, sim. Esperem só um bocadinho.
Corri até à porta, agarrei na mão dele e entrámos.
Cheguei à mesa e disse:
-Joana, Carolina, este é o Sam. Sam, these are Carolina and Joana.
-Nice to meet you. - cumprimentou Sam com um sorriso.
-Nice to meet you too. - disseram elas boquiabertas.
-Agora se não se importam, eu e o Sam vamos andando.
Íamos na direção da última aula do dia, Inglês.
Ia ser uma aula bem bonita. Eu não suportava a mulher!
Quando entrámos, a stora pediu que Sam se apresentasse.
-Hello, my name is Sam Anderson. I'm 16 years old and I come from Denmark.
-Oh, you speek fluent english. - comentou a stora, espantada.
-In Denmark, english is like the seconds most talked language, so we have to learn it.
-Oh, I see. And where are you staying while you're here?
-I'm staying in Catarina's house. - disse olhando para mim. Eu estava mais vermelha que um tomate!
-I don't understand.
-Catarina's mother and my parents know each other. And besides that, she's my girlfriend. - disse continuando a olhar para mim. Eu queria fugir dali o mais depressa possível.
-Oh really? That's good! Take care of her. She's a hard girl! - fianlizou para poder continuar a aula.
Continuamos a "prestar" atenção à aula, até que finalmente tocou!
Eu estava cansada. Foram demasiadas emoções sentidas hoje.
Estava pronta para uma longa noite de sono!
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